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POKE BOWL DE ATUM

sexta-feira, 20 de abril de 2018 0 comentários

ALIMENTAÇÃO PARA DIVERTICULITE.

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MASTIGAÇÃO + ÁGUA + FIBRAS + EXERCÍCIOS FÍSICOS

Diverticulite: Sintomas e Tratamentos.

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MOTIVOS ESPECIAIS PARA COMER VEGETAIS.

quarta-feira, 18 de abril de 2018 0 comentários
Todos sabem que os vegetais são fundamentais em uma alimentação saudável e equilibrada, mas poucos sabem quais são suas funções no organismo – é por isso que tanta gente não entende de fato sua importância.

Por isso, muitas vezes, esses alimentos são deixados de lado da alimentação. Mas isso é um grande erro.

Eles são extremamente importantes não apenas para seus objetivos na musculação, mas para sua saúde, para a vida toda.

O que são vegetais?

A família de vegetais inclui as folhas, flores, frutos, caules, tubérculos e raízes.
Folhas/verduras: acelga, alface, agrião, couve, escarola, espinafre, repolho, rúcula, etc.
Flores: alcachofra, brócolis e couve-flor.
Legumes: abóbora, abobrinha, berinjela, chuchu, pepino, pimentão, tomate, entre outros
Caules: aipo, aspargo e palmito.
Raízes/tubérculos: batata, beterraba, cenoura, mandioca, nabo e rabanete, entre outras.

Além desses, há outros alimentos conhecidos como vegetais, pois são alimentos que não tem origem animal, como as frutas, os grãos, as leguminosas, etc.

Porém, neste artigo, os vegetais referidos são os citados acima. Agora saiba porque não dispensá-los.

Fitoquímicos

Os vegetais são alimentos são ricos em fitoquímicos, substâncias que protegem o crescimento do vegetal.

Eles dão coloração à ele e para a nossa saúde traz inúmeros benefícios, como ação antioxidante, melhora da imunidade, entre outros.

Há diversos fitoquímicos, que podem ser encontrados em diversos vegetais, mas alguns deles são característicos de alguns alimentos.

Por exemplo, o licopeno nos tomates e os carotenóides nas cenouras. O licopeno é responsável pela cor vermelha do tomate, bem como um potente efeito antioxidante no organismo.

Durante a prática de atividade física, há um aumento natural dos radicais livres. Os antioxidantes presentes nesses alimentos então ajudam a reduzir os efeitos negativos do excesso dos radicais livres.

Desta forma, ajuda a manter o bom desempenho físico, prevenindo a inflamação e ajudando na recuperação muscular.

Há também outro grupo de fitoquímicos chamados indoles que são menos conhecidos. Esses são encontrados em vegetais crucíferos, como repolho e brócolis.

Eles podem ajudar a tornar o estrogênio menos efetivo, dessa forma, pode ajudar no ganho de massa muscular. Além disso, atua como antioxidante, auxiliando no reparo muscular pós-treino.

Fibras

Já falamos sobre a importância do consumo de fibras alimentares e o bem que elas fazem para o seu treino e dieta, além da saúde, claro.

O consumo de fibras alimentares geralmente é menor que a recomendação (de 20 a 30 g/dia), pois o consumo dos alimentos fontes é baixo, sendo os vegetais e as frutas as principais fontes.

Por serem ricos em fibras, os vegetais ajudam a retardar a digestão, regulando os níveis de açúcar no sangue.

Os picos inadequados no açúcar no sangue promovem o armazenamento de gordura, bem como as quedas súbitas podem causar hipoglicemia e perda de rendimento físico.

Além disso, os vegetais ajudam a reduzir o apetite, pois as fibras que ocupam espaço no estômago liberam substâncias que mandam esta mensagem ao cérebro.

Geralmente, contém poucas calorias, sendo um aliado de quem deseja perder peso. Os vegetais crus e as folhas são os vegetais que contém menos calorias.

Já para quem quer ganhar massa muscular, os vegetais ajudam a prevenir a inflamação e ajudam na recuperação muscular. A

Além disso, são ricos em vitaminas e minerais que ajudam a reduzir o cansaço e fadiga e minerais fundamentais para a síntese de proteínas – essencial para o crescimento muscular.

Potencializa a queima de gordura

Mesmo quem deseja apenas crescer, não quer ganhar gordura junto, né? Por isso, a perda de gordura é sempre procurada por quem procura melhorar o físico.

Os vegetais ajudam essas pessoas, pois eles contêm poucas calorias, como mencionado acima, e podem ajudar a controlar a ingestão de outros alimentos mais calóricos e ricos em gordura.

Aliás, você até pode contar com alguns aliados se a sua missão for a queima de gordura.

Além disso, são alimentos ricos em nutrientes importantes para à saúde, logo seu consumo se torna indispensável para uma boa saúde.

As folhas, por exemplo, podem ser consumidas à vontade, sem peso na consciência, pois contém quantidade baixíssima de calorias e alta quantidade de nutrientes.

Elas ajudam a aumentar a ingestão de nutrientes importantes e além disso, ela faz com que o corpo trabalhe mais na digestão, podendo acelerar o metabolismo, que ajuda ainda mais na queima de gordura.

Os vegetais, por serem ricos em fibras, quando consumidos junto com as refeições, ajudam a reduzir a absorção de gordura, prevenindo o acúmulo de gordura corporal.

Por esses e outros motivos, o consumo dos vegetais pode potencializar a queima de gordura e é indicado para todos visto que traz diversos benefícios para à saúde.

É claro que para ter esses efeitos, você deve escolher os vegetais mais pobres em calorias, como as folhas, o rabanete, chuchu, o brócolis, a abobrinha, etc.

TIPOS DE DIABETES.

sexta-feira, 13 de abril de 2018 0 comentários
Você conhece o famoso pâncreas?
O pâncreas é um órgão localizado atrás do estômago que produz alguns hormônios importantes para nosso sistema digestivo. Em condições rotineiras, quando o nível de glicose no sangue sobe, células especiais, chamadas células beta, produzem insulina. Assim, de acordo com as necessidades do organismo no momento, é possível determinar se essa glicose vai ser utilizada como combustível para as atividades do corpo ou será armazenada como reserva, em forma de gordura.

Isso faz com que o nível de glicose (ou taxa de glicemia) no sangue volte ao normal.

O que é Diabetes Tipo 1?
Em algumas pessoas, o sistema imunológico ataca equivocadamente as células beta. Logo, pouca ou nenhuma insulina é liberada para o corpo. Como resultado, a glicose fica no sangue, em vez de ser usada como energia. Esse é o processo que caracteriza o Tipo 1 de diabetes, que concentra entre 5 e 10% do total de pessoas com a doença.

O Tipo 1 aparece geralmente na infância ou adolescência, mas pode ser diagnosticado em adultos também. Essa variedade é sempre tratada com insulina, medicamentos, planejamento alimentar e atividades físicas, para ajudar a controlar o nível de glicose no sangue.

O que é Diabetes Tipo 2?
O Tipo 2 aparece quando o organismo não consegue usar adequadamente a insulina que produz; ou não produz insulina suficiente para controla a taxa de glicemia.

Cerca de 90% das pessoas com diabetes têm o Tipo 2. Ele se manifesta mais frequentemente em adultos, mas crianças também podem apresentar. Dependendo da gravidade, ele pode ser controlado com atividade física e planejamento alimentar. Em outros casos, exige o uso de insulina e/ou outros medicamentos para controlar a glicose.

Há outros tipos?
Entre o Tipo 1 e o Tipo 2, foi identificado ainda o Diabetes Latente Autoimune do Adulto (LADA). Algumas pessoas que são diagnosticadas com o Tipo 2 desenvolvem um processo autoimune e acabam perdendo células beta do pâncreas. E há também o diabetes gestacional, uma condição temporária que acontece durante a gravidez. Ela afeta entre 2 e 4% de todas as gestantes e implica risco aumentado do desenvolvimento posterior de diabetes para a mãe e o bebê. 

Diabetes Gestacional
O que é?
Durante a gravidez, para permitir o desenvolvimento do bebê, a mulher passa por mudan-ças em seu equilíbrio hormonal. A placenta, por exemplo, é uma fonte importante de hor-mônios que reduzem a ação da insulina, responsável pela captação e utilização da glico-se pelo corpo. O pâncreas, consequentemente, aumenta a produção de insulina para compensar este quadro. 

Em algumas mulheres, entretanto, este processo não ocorre e elas desenvolvem um quadro de diabetes gestacional, caracterizado pelo aumento do nível de glicose no sangue. Quando o bebê é exposto a grandes quantidades de glicose ainda no ambiente intrauterino, há maior risco de crescimento excessivo (macrossomia fetal) e, consequentemente, partos traumáticos, hipoglicemia neonatal e até de obesidade e diabetes na vida adulta.

Como eu percebo que estou com diabetes gestacional?
O diabetes gestacional pode ocorrer em qualquer mulher e nem sempre os sintomas são identificáveis. Por isso, recomenda-se que todas as gestantes pesquisem, a partir da 24ª semana de gravidez (início do 6º mês), como está a glicose em jejum e, mais importante ainda, a glicemia após estímulo da ingestão de glicose, o chamado teste oral de tolerância a glicose.

Quais são os fatores de risco?
Idade materna mais avançada;
Ganho de peso excessivo durante a gestação;
Sobrepeso ou obesidade;
Síndrome dos ovários policísticos;
História prévia de bebês grandes (mais de 4 kg) ou de diabetes gestacional;
História familiar de diabetes em parentes de 1º grau (pais e irmãos);
História de diabetes gestacional na mãe da gestante;
Hipertensão arterial na gestação;
Gestação múltipla (gravidez de gêmeos).

É possível controlar?
Sim. O controle do diabetes gestacional é feito, na maioria das vezes, com a orientação nutricional adequada. Para cada período da gravidez, uma quantidade certa de nutrientes. A prática de atividade física é outra medida de grande eficácia para redução dos níveis glicêmicos. A atividade deve ser feita somente depois de avaliada se existe alguma contraindicação, como por exemplo, risco de trabalho de parto prematuro.

Aquelas gestantes que não chegam a um controle adequado com dieta e atividade física têm indicação de associar uso de insulinoterapia. O uso da insulina é seguro durante a gestação. É importante destacar que a maioria das gestações complicadas pelo diabetes, quando tratadas de maneira adequada, terão excelente desfecho e os bebês nascerão saudáveis.

Cuidados
O histórico de diabetes gestacional é um importante fator de risco para desenvolvimento de Diabetes Tipo 2. Aproximadamente seis semanas após o parto, a mãe deve realizar um novo teste oral de tolerância a glicose, sem estar em uso de medicamentos antidiabéticos.

Uma ótima notícia é que o aleitamento materno pode reduzir o risco de desenvolvimento de diabetes após o parto. A alimentação balanceada e a prática regular de atividades físicas completam essa ‘fórmula infalível’.

RECEITAS COM CHIA.

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Natural dos Andes, a chia é uma semente que se tornou famosa no mundo inteiro devido às suas inúmeras propriedades benéficas ao organismo humano, ajudando-o no controle do diabetes, na melhora da saúde do intestino, no fortalecimento do sistema imunológico, no auxílio ao emagrecimento, na redução dos riscos de doenças cardiovasculares e na prevenção do envelhecimento precoce. Por isso, é muito importante incluí-la em sua alimentação diária. Para tanto, aprenda a fazer 3 receitas com chia funcionais e deixa toda a sua família saudável.

Gelatina de Chia
Ingredientes:
2 colheres de sopa de sementes de chia
5 colheres de sopa de suco de uva natural ou integral
Folhas de hortelã picadinhas

Modo de Preparo:
Misture o suco de uva e a chia em um recipiente e deixe repousar por 1 hora. Com o tempo, a chia irá formar um gel parecido com o sagu ou a gelatina. Então, basta consumir assim que estiver nessa consistência ou após ficar na geladeira, onde pode ser conservada por até 3 dias.

Cupcake Salgado Com Chia
Ingredientes para a Massa:
240 ml de amaranto ou farinha de aveia fina
2 colheres de sopa de farinha de chia (as sementes podem ser moídas na hora, no liquidificador)
2 ovos
2 colheres de sopa de azeite
1 abobrinha média ralada

Modo de Preparo:
Retire toda a água da abobrinha e misture-a ao amaranto ou à farinha de aveia, ao azeite, aos ovos e à farinha de chia com o auxílio de uma colher. Em seguida, deixe a massa descansar por cerca de meia hora coberta por um guardanapo ou pano de prato limpo.
Ingredientes para o Recheio:
400 gramas de carne moída (de preferência, patinho)
2 tomates sem pele
1 cebola média ralada
2 dentes de alho picadinhos
Salsinha, cebolinha, pimenta e sal a gosto

Modo de Preparo:
Refogue a cebola, o tomate e o alho em azeite e, assim que estiverem bem douradinhos, frite a carne moída. Depois, tempere-a com o sal, a pimenta, a salsinha e a cebolinha. Reserve.
Ingredientes para a Cobertura:
Meia couve-flor cozida
1 clara de ovo
100 gramas de queijo minas ou creme de ricota
Ervas, sal e pimenta a gosto

Modo de Preparo:
Bata todos os ingredientes no liquidificador até formar uma massa homogênea. Reserve.

Como Preparar os Cupcakes:
Com uma colher de sopa, encha o fundo e as laterais das forminhas previamente untadas. Deixe assar por cerca de 15 minutos no forno pré-aquecido a 200°C. Retire-as do forno e recheie-as, inserindo-as novamente no forno por mais 10 minutos. Então, basta colocar a cobertura e deixar assar por mais 25 a 30 minutos.

Sorbet de Manga e Abacaxi
Ingredientes:
2 colheres de sopa de sementes de chia
400 gramas de manga congelada em cubinhos
400 gramas de abacaxi congelado em cubinhos
1 colher de sopa de farinha de batata tipo yacon
Adoçante, caso seja necessário
Raspas de limão

Modo de Preparo:
No liquidificador, bata todos os ingredientes, exceto as raspas de limão, até formar uma massa homogênea e coloque-a na geladeira até ficar consistente. Na hora de servir, polvilhe as raspas de limão.

O QUE É DIETA CETOGÊNICA E O QUÃO EFETIVA É PARA A PERDA DE PESO.

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Um pedaço de carne com manteiga e uma pequena salada é o prato ideal da dieta cetogênica

O nome pode até parecer difícil, dieta cetogênica. Mas a explicação é simples: trata-se de um regime alimentar que prevê um alto consumo de gordura e de proteína e uma baixa ingestão de carboidratos, defendido recentemente como uma forma eficaz de emagrecer.

"A perda de peso é a principal razão pela qual meus pacientes usam a dieta cetogênica", diz o médico Marcelo Campos, professor da Escola de Medicina da Universidade Harvard, nos EUA.

"Muitos pacientes me perguntam: 'É segura? Você recomendaria?'", escreve Campos no início do artigo "Dieta cetogênica: a última dieta com baixo teor de carboidratos é boa para você?", publicado no fim do mês passado na Harvard Health Publications, revista da escola.

Sua conclusão é que ela se mostrou eficiente na perda rápida de peso, mas seus efeitos no longo prazo, inclusive à saúde, são desconhecidos. Ou seja: é preciso fazer algumas considerações antes de decidir aderir.

Tratamento da epilepsia
A história dessa dieta é um pouco mais antiga, e não necessariamente ligada ao emagrecimento - por muitos anos, ela esteve vinculada ao tratamento de casos de epilepsia resistentes a medicamentos.

Em 2008, publicações científicas estamparam a notícia: "Uma dieta especial rica em gordura ajuda a controlar os ataques de epilepsia em crianças".

Era o que defendia um estudo britânico publicado em maio daquele ano na revista científica The Lancet Neurology. Segundo a pesquisa, a intensidade dos ataques epilépticos caiu consideravelmente em crianças e adolescentes após a adoção da dieta cetogênica.

Entre quem seguiu a dieta, as crises convulsivas se reduziram em dois terços. Já entre quem manteve a dieta normal, as convulsões continuaram ocorrendo com a mesma frequência. Participaram do estudo 145 crianças e adolescentes, entre 2 e 16 anos, em quem ao menos dois remédios contra o problema não surtiram o efeito desejado.Metas realistas e progressivas: a chave do sucesso para perder peso

Para perder peso?
Em seu texto, o médico Marcelo Campos explica como a dieta age no corpo.

"A maioria das células prefere usar o açúcar presente no sangue, que provém dos carboidrados, como a maior fonte de energia do corpo. Na falta do açúcar, começamos a decompor a gordura armazenada em moléculas chamadas corpos cetônicos."

"Uma vez alcançado esse processo, a maioria das células usa essas moléculas para gerar energia. A mudança de fonte de energia - do açúcar que circula no sangue para a decomposição da gordura armazenada - geralmente ocorre de dois a quatro dias depois do início de uma dieta com menos de 50 gramas de carboidrato diárias", assinala o especialista.

Campos explica que esse processo é muito particular e depende de cada indivíduo. Ou seja, algumas pessoas precisam de dietas ainda mais restritas para que esse processo seja iniciado.

Muita proteína
O especialista explica que a dieta cetogênica inclui o consumo de muitas carnes (entre elas, processadas), ovos, salsichas, queijos, pescado, nozes, manteiga, azeite, sementes e verduras fibrosas.

Como a dieta é muito restritiva, diz o médico, é muito difícil segui-la no longo prazo.

"Uma das principais críticas a essa dieta é que muitas pessoas tendem a comer muita proteína e gordura de má qualidade, de alimentos processados, com poucas frutas e verduras", afirma.

Campos alerta, porém, que pacientes com doenças renais devem ser muito cuidadosos, uma vez que essa dieta pode piorar sua condição. E lembra de eventuais efeitos colaterais.

"A princípio, alguns pacientes podem se sentir um pouco cansados, enquanto outros podem ter náuseas, vômitos, constipação intestinal e problemas para dormir", pondera.
A dieta cetogênica é rica em gordura e proteína e baixa em carboidratos

Colesterol
Investigações anteriores mostraram que "há uma perda de peso mais rápida quando os pacientes seguem uma dieta cetogênica, ou muito baixa em carboidratos, em comparação com quem segue uma dieta mais baixa em gordura tradicional, inclusive uma dieta mediterrânea", diz o médico.

Mas ele ressalta que essa diferença na perda de peso "parece desaparecer com o tempo".

Um dos aspectos que causa controvérsia é o efeito da dieta sob os níveis de colesterol.

"Alguns estudos mostram que no início alguns pacientes experimentam um aumento dos níveis de colesterol, e que vem uma queda nos meses seguintes", afirma Campos.

No entanto, não há uma investigação que analise os efeitos da dieta no colesterol em longo prazo.
O que deve ser levado em conta

O professor cita suas conclusões sobre a dieta cetogênica:

1. É difícil de seguir e pode ser muito dependente das carnes vermelhas e outros alimentos gordurosos, processados e salgados, que podem ser pouco saudáveis;

2. Não se sabe muito sobre os efeitos em longo prazo, provavelmente porque é muito difícil de seguir nela por muito tempo;

3. "É importante lembrar que as dietas "iô-iô", que levam a uma rápida flutuação de peso, são associadas ao aumento da mortalidade.

Ele faz uma recomendação.

"Em vez de começar a seguir a próxima dieta da moda, por algumas semanas ou meses, trate de se envolver em uma mudança que seja sustentável em longo prazo. Uma dieta equilibrada - sem alimentos processados, rica em frutas e verduras muito coloridas, carnes magras, pescados, grãos inteiros, nozes, sementes, azeite de oliva e muita água - parece ter a melhor evidência de uma vida longa, saudável e vibrante".

A dica-chave é sempre procurar seu médico ou um especialista antes de embarcar em uma dieta ou plano de perda de peso, já que há muitos fatores importantes que devem ser considerados para garantir a saúde e o bem-estar.

Fonte: BBC.