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A CAUSA DA "ALERGIA AO LEITE MATERNO" É A INGESTÃO DO LEITE DE VACA PELA MÃE.

quarta-feira, 21 de fevereiro de 2018 0 comentários
Um estudo feito por pesquisadores brasileiros e publicado há alguns anos na revista BMC Pediatrics mostra que a alergia ao leite de vaca não é uma condição rara na população infantil. De 9.458 crianças avaliadas em todo o país, 5,4% apresentaram alergia à proteína do leite de vaca. O que pouca gente sabe é que as crianças alérgicas podem começar a ter problemas já no período de amamentação, quando ainda não ingerem diretamente o leite de vaca.

“O bebê não é alérgico ao leite da mãe e sim às proteínas alergênicas do leite de vaca que a mãe ingere, e que passam para o leite materno. Mas este alimento só será alergênico para crianças atópicas, ou seja, aquelas que têm predisposição genética a alergias, já que filhos de pais e mães alérgicos têm mais chances de desenvolver a condição”, explica a doutora em nutrição Maria Carolina von Atzingen, da Faculdade de Saúde Pública da USP. 

Por isso, segundo ela, não há restrição em relação à ingestão de leite de vaca por mulheres que amamentam.

“Agora, caso essa condição seja diagnosticada no bebê, inicialmente, a mãe é orientada a excluir leite e derivados da própria dieta e continuar a amamentar. Muitas vezes, essa conduta não traz resultados favoráveis. Para esses casos, existem fórmulas industrializadas específicas com baixo potencial alergênico ou totalmente hipoalergênicas que podem ser empregadas na alimentação do bebê”, esclarece Maria Carolina. 

Como opções, ela cita fórmulas à base de soja, fórmulas à base de leite de vaca extensamente hidrolisadas, ou ainda aquelas à base de aminoácidos (totalmente hipoalergênicas). “O direcionamento em relação à fórmula mais indicada está relacionado ao tipo de processo alérgico e à idade do bebê. Crianças menores de 6 meses, por exemplo, não devem receber fórmulas à base de soja.” Ela ressalta que é importante garantir um aporte energético e nutricional adequado ao bebê para que a criança se desenvolva apropriadamente. “É necessário um acompanhamento com um especialista para o direcionamento em relação à melhor fórmula a ser utilizada.”

Diagnóstico – Maria Carolina afirma que o diagnóstico desse tipo de alergia pode ser feito por vários exames e procedimentos (basicamente os mesmos usados para diagnosticar alergias alimentares em geral): testes cutâneos, teste de provocação oral, além do histórico clínico do bebê. De acordo com a nutricionista, os sintomas relacionados aos processos alérgicos envolvem manchas avermelhadas pelo corpo, urticária, angioedema , tosse, vômitos e diarreia. Eles podem aparecer de forma imediata, logo após a ingestão do alimento, bem como horas ou até dias após a ingestão.

Existe ainda, de acordo com a nutricionista, uma condição rara conhecida por intolerância à lactose do tipo congênita, que foi descrita apenas na Finlândia. “Trata-se de um déficit enzimático presente no indivíduo desde o nascimento. Neste caso, a partir do momento que o bebê começa a tomar o leite materno já desenvolve os sintomas associados à intolerância. Entretanto, na maior parte dos casos, o que ocorre é a hipolactasia primária do tipo adulto, na qual a enzima necessária para a digestão da lactose deixa de ser produzida com o passar do tempo.”

NUTRIENTES DO LEITE DE BÚFALA EM COMPARAÇÃO AO LEITE DE VACA.

sábado, 17 de fevereiro de 2018 0 comentários
Aos poucos começam a aparecer, nos supermercados, outros produtos à base de leite de búfala além da muçarela, já popularizada e cuja tradição e “receita” são italianas. Manteiga, ricota, cottage, requeijão, queijo coalho, parmesão e até “pecorino de búfala” já estão entre os produtos que alguns laticínios brasileiros vêm produzindo nos últimos anos. 

De acordo com estudos comparativos feitos por instituições como a Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) e a Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz (Esalq), o leite de búfala tem níveis maiores de gordura e possui mais cálcio, mais proteínas, mais carboidratos e mais vitamina A do que o leite de vaca.

“O leite de búfala tem entre 50% e 60% de sólidos a mais que o bovino. Do ponto de vista econômico isso é muito importante, já que mais da metade do leite produzido no mundo se come em forma de leite pulverizado, condensado ou processado em derivados. Os leites passaram a ter valor quanto maior a quantidade de sólidos que contêm”, explica Otávio Bernardes, que cria búfalos desde 1973. Ele exemplifica: “Com três litros de leite de búfala se faz um queijo frescal de um quilo. Se for feito com o leite de vaca, são necessários cinco ou seis litros”.

“Do ponto de vista nutricional, o leite de búfalas tem maior concentração de alguns nutrientes que o leite de vaca, caso das proteínas. Quanto aos minerais, muitos estão presentes em quantidades similares ao leite bovino, mas o cálcio, ferro e fósforo estão em quantidades maiores, assim como a vitamina A. Cabe lembrar que esse leite também tem maior teor de lipídios, o que é interessante do ponto de vista de produção de laticínios. Estudos que compararam lipídios do leite de búfala aos do leite de vaca concluíram que o primeiro tem menor concentração de colesterol por 100 g de lipídios. Porém, como a fração desse nutriente é maior no leite integral de búfalas, isso implica em maior teor de colesterol e lipídios saturados em relação ao de vaca”, explica a nutricionista Eliana Bistriche Giuntini, pesquisadora do Centro de Pesquisa em Alimentos (FoRC – Food Research Center). Assim, segundo ela, o consumo do leite de búfala deve ser evitado por pessoas cujas dietas recomendam restrição de colesterol. Veja abaixo uma comparação das composições químicas dos dois tipos de leite. 

Alergia – Pesquisas recentes também mostram que o leite de búfala não possui a beta-caseína A1, proteína ligada ao aparecimento de uma série de doenças, como inflamações intestinais, e responsável pelo desencadeamento de alergias que muitas pessoas apresentam ao consumir leite de vaca, que geralmente tem beta-caseína A1 e A2.

“Pesquisas com leite de vaca têm mostrado que sintomas gastrintestinais similares aos da intolerância à lactose e outros, relativos ao sistema imune, decorrentes de seu consumo, podem ser atribuídos a um produto da digestão da beta-caseína A1: a beta-casomorfina-7 (BCM-7). Em estudo com animais, a BCM-7 provocou alterações nas funções intestinais – como amplitude e frequência das contrações intestinais e aumento da secreção de muco –, além da supressão da proliferação de linfócitos, que são células de defesa do organismo”, esclarece Eliana.

Algumas raças bovinas têm maior proporção de beta-caseína A2 (como a raça Gir), mas depende também da genética dos pais, mesmo sendo ambos da mesma raça. Para produzir leite bovino somente com beta-caseína A2 é necessária uma seleção do rebanho (melhoramento genético), o que começou a ser feito na Nova Zelândia, que já está produzindo esse tipo de leite bovino.

No caso do rebanho bubalino não há necessidade de nenhuma intervenção, uma vez que ele não tem a beta-caseína A1. “Nenhuma raça de bubalino tem a beta-caseína A1. Só a A2”, diz Bernardes. A beta-caseína A2 não produz o peptídio (fragmento de proteína) BCM-7, pois tem estrutura diferente da A1. Para pessoas que têm sensibilidade a esta última, a substituição do leite de vaca por leite de búfala pode ser uma opção interessante.

Fique atento!
Nem toda bolinha de muçarela que está na prateleira do supermercado é de búfala. Algumas marcas fazem um produto misto de leite de búfala e de vaca (atente para o rótulo) e outras oferecem a chamada fior di latte, que é a bolinha de muçarela de leite de vaca. Geralmente, são produtos mais baratos.

Parte do texto em Alimentos sem mitos.

COMER O OVO INTEIRO É MELHOR. NÃO DESPREZE A GEMA.

terça-feira, 13 de fevereiro de 2018 0 comentários
Claras e mais claras de ovos fazem parte da rotina alimentar de quem frequenta a academia com o objetivo de ganhar massa muscular. Mas e as gemas? Será que elas não servem para nada ou até fazem mal à saúde? Não é bem assim. Há algum tempo o ovo deixou de ser vilão e passou a ser considerado um superalimento por ser rico em macro e micronutrientes. Mas o papel da gema ainda causa polêmica. Ou causava.

Estudo recente feito por pesquisadores da Universidade de Illinois, nos Estados Unidos, publicado em dezembro no “American Journal of Clinical Nutrition”, indica que a ingestão de ovos inteiros imediatamente após exercícios de resistência gera maior estímulo à síntese de proteínas do que somente a ingestão da clara.



Gema possui nutrientes importantes que não estão presentes na clara (Foto: iStock Getty Images)

As gemas contêm proteínas que seriam nutrientes-chave, além de outros componentes alimentares que não estão presentes na clara. As gemas aumentariam a capacidade do corpo de utilizar essa proteína nos músculos, segundo o estudo, que foi feito com 10 homens jovens praticantes de exercícios de resistência. Todos comeram 18g de proteína proveniente de ovos inteiros - uma parte do grupo - ou somente da clara - a outra parte. E se observou que a resposta pós-treino em termos de construção muscular naqueles que comeram ovos inteiros foi 40% maior do que naqueles que consumiram quantidade equivalente de proteína proveniente somente da clara.

Membro da Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia (SBEM), especialista em emagrecimento e medicina do esporte, o Dr. Francisco Tostes comentou o estudo. Segundo ele, não é só a proteína magra do ovo, a clara, que traz benefícios, uma vez que as gemas seriam capazes de aumentar a capacidade de utilização pelos músculos.

- A gema do ovo também é importante, pois além de ter proteína, é rica em diversos outros nutrientes, como vitaminas e minerais, que participam de diversos processos no nosso metabolismo, inclusive a própria síntese de proteína no músculo. Podemos citar os tocoferóis, que são potentes antioxidantes, selênio e zinco, que são importantes para tireoide e imunidade, e vitaminas do complexo B, que participam do processo de geração de energia. Portanto, sua inclusão na dieta pode ser extremamente benéfica para a saúde, especialmente para aqueles que fazem atividade física e têm suas necessidades aumentadas - explicou o médico.

A nutricionista Cristiane Perroni também defende que o ideal é consumir o ovo integralmente para que haja benefícios amplos para a saúde.

- Na clara estão presente proteínas de alto valor biológico, e na gema, principalmente gorduras (saturadas e colesterol), vitaminas lipossolúveis A, D, E e K. Por isso, o ovo é rico em vitaminas do complexo B (vitamina B12, riboflavina, ácido fólico e colina), e minerais como ferro, selênio, fósforo, iodo, zinco, cobre e cálcio. É excelente fonte de luteína e zeaxantina, antioxidantes e que estão relacionadas à prevenção da degeneração macular e alterações oftalmológicas - afirma.

Portanto, pode-se dizer que o consumo da proteína de ovo em sua matriz natural traria um benefício maior para os músculos do que se obter proteína de fontes isoladas, no caso, somente a clara. Então, mexido, cozido, em forma de omelete… vai um ovinho, aí?

Fonte: Eu Atleta.

6 VEGETAIS ALIADOS NA PERDA DE PESO.

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Todo mundo sabe que os vegetais são alimentos ricos em diversos nutrientes e devem fazer parte de uma alimentação saudável. Mas eles são grandes aliados de quem busca redução de peso corporal.

Em sua maioria, são alimentos de baixo valor calórico e apresentam diversas vitaminas, minerais e outros nutrientes importantes para a saúde.

Isso é perfeito para quem deseja emagrecer, pois você consegue consumir uma maior quantidade do alimento, suprindo as necessidades de diversos nutrientes, reduzindo a fome e a vontade de comer alimentos calóricos, sem aumentar muito o número de calorias consumidas.

Além disso, alguns dos vegetais são ricos em fibras, que tem o poder de aumentar a sensação de saciedade, evitando que você sinta fome.

Veja alguns vegetais para variar a sua dieta, sem comprometer seus resultados!
6 VEGETAIS ALIADOS DA PERDA DE PESO PARA INCLUIR AGORA NA SUA DIETA

1- Agrião

100g de agrião = 17 calorias

O agrião tem um potente poder antioxidante, pois é rico em ácido fenólico. E assim como outros vegetais verde escuros é uma boa fonte de Cálcio (133mg).

Além disso, também é rico em magnésio, ferro e em vitaminas, como complexo B, vitamina C e vitamina A.

Esse vegetal ajuda na prevenção de resfriados e infecções virais e bacterianas, e ainda contém substâncias que ajudam a desintoxicar o fígado e a eliminar as toxinas do organismo.

O talo do agrião ainda é uma boa fonte de iodo – substância importante para a saúde da tireoide.

Seu consumo deve ser feito duas vezes por semana, em uma média de 100 gramas por dia.

2- Rúcula

100g de rúcula = 13 calorias

A rúcula possui uma série de substâncias boas para a saúde, entre elas as vitaminas A, C e K. Ela ainda auxilia na perda de peso, prevenção do câncer e atua como antioxidante, sendo também ótima para a visão.

As vitaminas A e C ajudam a aumentar a imunidade do corpo e são ótimas para os olhos, pele, ossos e dentes. Já a Vitamina C é conhecida como um poderoso antioxidante, que ajuda a prevenir o câncer e estimula o sistema imunológico. Também ajuda a prevenir a degeneração macular, evitando assim a catarata nos olhos. 

Outra Vitamina bastante presente na rúcula é a Vitamina K, e seu consumo diário leva à diminuição dos riscos de fraturas ósseas. Ela também é uma boa fonte de cálcio, ferro, potássio, manganês e fósforo, todos os minerais essenciais que oferecem benefícios à saúde.

Por conter ação antioxidante, auxilia na redução do risco de vários tipos de câncer e de doenças cardiovasculares. Essas substâncias também ajudam a retardar o desenvolvimento de algumas doenças relacionadas ao envelhecimento.

Além de todos seus benefícios, ela é um vegetal que está bastante presente nas saladas, e na dieta de quem procura um estilo de vida mais saudável!

3- Aipo

100g de aipo = 19 calorias

O Aipo é rico em cálcio, potássio, e vitaminas A e C. Suas propriedades dietéticas ao mesmo tempo hidratante auxilia na eliminação dos gases intestinais e na eliminação das toxinas, e do ácido úrico do aparelho digestivo. 

Mas o que faz dele interessante alimento para incluir na sua dieta é que ele também é rico em fibras, que auxiliam no funcionamento intestinal e aumentam a sensação de saciedade; em outras palavras diminuem o apetite.

Além disso, o aipo ajuda a aumentar a produção de saliva e sucos gástricos, facilitando a digestão, evitando aquela sensação de inchaço. 

4- Rabanete

100g de rabanete = 14 calorias

O rabanete é crocante e ardidinho, rico em vitamina C, vitaminas do complexo B e em cálcio.

Trabalhando em conjunto, as vitaminas B executam diversas funções no organismo, inclusive a quebra, liberação e armazenamento da energia provinda dos alimentos.

Elas preservam o tecido muscular – por isso são aliadas para quem treina – atuam na produção de hemácias e mantém o sistema nervoso saudável.

Já a vitamina C é importante para o sistema imunológico, auxiliando a proteger as células e as mantendo saudáveis. Ela também promove a absorção do ferro contido em fontes vegetais.

A melhor maneira a ser consumida é cru.

5- Abobrinha

100g de abobrinha italiana cozida = 15 calorias

Com pouquíssimas calorias (27 kcal por 100 g), a abobrinha é composta basicamente por água (95% do legume é composto por líquido). No entanto, é uma boa fonte de vitamina C e de folato.

Além disso, contém também betacaroteno, que é convertido em vitamina A no organismo.

Ela também é rica em vitaminas do complexo B. A B1 ativa o sistema nervoso, atuando na concentração e no foco. A B3 ativa a circulação, melhora a digestão e ajuda a baixar os níveis de colesterol, pressão e glicose.

A abobrinha também tem fósforo, cálcio e potássio, bons para fortalecer os dentes, ossos e articulações.

6- Pepino

100g de pepino = 10 calorias

Os principais nutrientes encontrados no pepino são o magnésio, o potássio, a vitamina B5, a vitamina C e os carotenóides, substâncias antioxidantes associadas a um menor risco de doenças cardiovasculares e certos tipos de câncer.

O pepino contém compostos antioxidantes, substâncias encontradas nos alimentos que podem ter uma ação protetora contra o desenvolvimento de doenças crônicas, como as cardiovasculares e o câncer.

No caso do pepino, os principais antioxidantes são os carotenóides beta caroteno, alfa caroteno e luteína e zeaxantina, que têm demonstrado capacidade preventiva em alguns tipos de câncer, como o de mama, e ainda diminuem o risco de certas doenças oculares como a degeneração macular e a catarata.

A hortaliça também oferece vitamina C, outro antioxidante importante, que protege organismo de infecções, mantém a saúde de ossos, cartilagens e mucosas, e facilita a absorção de ferro.

A vitamina B5 é outra que contribui para o bom funcionamento do sistema imunológico, assim como o magnésio, mineral importante para o desenvolvimento dos ossos e dos dentes.

O potássio, por sua vez, atua como regulador da pressão e do pH sanguíneos e auxilia os processos digestivos e as contrações musculares — após atividades físicas muito intensas, a reposição de potássio no organismo ajuda na recuperação dos músculos.

5 SEMENTES QUE VOCÊ PODE INCLUIR NA ALIMENTAÇÃO.

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1- Chia


A chia é considerada uma boa fonte proteica por possuir um alto teor de proteínas e aminoácidos essenciais, além de conter uma alta quantidade de fibra.

Esta semente é muito consumida por quem deseja perder peso, pois devido a alta quantidade de fibra e proteína, tem o poder de aumentar a sensação de saciedade, assim reduzindo o apetite.

Além disso, é rica em outros nutrientes, como vitaminas do complexo B, minerais (ferro, zinco, cálcio) e auxilia no controle e prevenção de algumas doenças, como diabetes, colesterol alto e outros.

Ela pode ser consumida com iogurtes, frutas, vitaminas batidas, entre outros. E também pode ser hidratada com algum líquido ou iogurte, assim fica com uma consistência mais firme porque ela absorve água e pode ser utilizada até para fazer algumas receitas.

2- Linhaça

Tanto a marrom quanto a dourada, a linhaça é recomendada para a prevenção da constipação, por ser rica em fibras alimentares, assim como também ajuda a controlar os níveis de açúcar no sangue.

Além disso, é a semente que mais contém ômega 3, ou seja, auxilia na redução dos riscos de doenças cardiovasculares.

A linhaça também pode ser uma aliada para as mulheres, pois tende a amenizar os sintomas da TPM e da menopausa, por conter aminoácidos essenciais que ajudam no controle de hormônios femininos.

Ela pode ser consumida com salada, frutas, iogurtes, ser utilizada em diversas receitas, como pães, biscoitos, etc. Além disso, ela pode ser encontrada inteira ou na forma de farinha.

3- Gergelim

Seja preto ou branco, cru ou cozido, o gergelim é uma semente versátil e muito nutritiva. É rico em proteínas, vitaminas do complexo B, minerais como ferro, cálcio, magnésio, e por isso atua no fortalecimento dos ossos e combate à anemia.

O gergelim ainda contém alta quantidade de fibra alimentar e propriedades anti-inflamatórias que podem auxiliar quem deseja perder peso.

Essa semente também pode ser utilizada em saladas, sopas, pães, carnes, assados, entre outros.

4- Semente de abóbora

Apesar de seu consumo ter aumentado, a semente de abóbora ainda não é muito consumida pelos brasileiros, apesar de ser um alimento muito nutritivo.

Rica em vitaminas e minerais, elas são tão ricas em nutrientes quanto a própria abóbora.

As sementes ainda são ricas em triptofano, um aminoácido essencial que atua na síntese de proteínas no organismo e também é responsável por regular o nosso humor e melhorar a qualidade do sono.

Essas sementes podem ser consumidas de diversas formas, seja assada, cozida, tostada e caramelizada ou até em forma de farinha para enriquecer pães, bolos e tortas.

5- Sementes de Girassol

As sementes de Girassol também ainda não são muito consumida, entretanto, são ricas em diversas vitaminas e minerais.

Como por exemplo a vitamina E, que garante uma boa saúde para pele e previne o envelhecimento das células, e ainda o magnésio, que atua no controle do colesterol e previne as doenças do coração.

Além disso, são ricas em antioxidantes, que neutralizam os radicais livres que podem causar diversas doenças, o envelhecimento precoce e atrapalhar o rendimento físico.

Elas podem ser consumidas em saladas, salada de frutas, vitaminas ou integradas às massas. São encontradas com ou sem casca, cruas ou assadas, com ou sem sal, mas prefira as versões sem sal.

Outras sementes interessantes são as das frutas, como a da melancia, melão, uva e maracujá.

Seja para bater junto ao suco ou para acompanhar algumas saladas, essas sementes são ricas em fibras e outros nutrientes importantes para a saúde.

O consumo frequente de semente está aliada a uma alimentação mais saudável e funcional.

ALTERNATIVAS PARA O AÇÚCAR.

sábado, 21 de outubro de 2017 0 comentários

Se você ler regularmente o nosso conteúdo de literatura, provavelmente perceberá que estamos no modo "antiaçúcar". Muitos são os estudos que mostram os efeitos maléficos para a saúde devido o consumo de açúcar em demasia.

Como tal, vamos tocar num tópico diferente (mas certamente relacionado): Adoçantes realmente seguros e saudáveis.

Sejamos francos, uma vez ou outra, muitos de nós precisamos de um pouco de doçura. Aqui estão três maneiras de obter o sabor "doce" com segurança.

Jogue fora os adoçantes artificiais
Primeiramente, não troque o açúcar por adoçantes artificiais. Os refrigerantes artificialmente adoçados, por exemplo, foram associados a diferentes problemas de saúde, como síndrome metabólica e função renal reduzida.(1,2)

Nós simplesmente não sabemos o suficiente sobre os efeitos de longo prazo desses produtos químicos. Além disso, esses adoçantes artificiais são diferentes de qualquer coisa que nossos corpos estejam acostumados. Aqui está uma lista de alguns dos mais comuns para se evitar:

Aspartame

Acesulfame-K

Sacarina

Sucralose

Adoce com segurança usando estévia
A estévia tem sido usada como uma erva medicinal por mais de mil anos. Suas folhas fornecem uma doçura natural.

Ao contrário do açúcar de mesa, os extratos de estévia demonstraram ter efeitos positivos para a saúde, como manter níveis saudáveis de açúcar no sangue e baixar a pressão arterial.(3,4)

Você pode cultivar estévia em casa e usar suas folhas como adoçante. Mas se você comprá-la de maneira processada, use pequenas quantidades. A estévia é cerca de 300 vezes mais doce que o açúcar.

Adoce com segurança usando xilitol
O xilitol é um composto natural encontrado em frutas e vegetais. Não é um adoçante artificial, como muitas pessoas acreditam.

Com um índice glicêmico muito baixo, que significa efeitos insignificantes sobre os níveis de açúcar no sangue, o consumo de xilitol é seguro para pessoas com diabetes ou não.

Um benefício extra: este adoçante também é bom para os dentes. Uma série de estudos mostram que ele realmente reduz a cárie dentária.(5)

Adoce com mais segurança usando mel
Há muita confusão sobre o mel. Sim, ele é uma opção mais saudável do que o açúcar de mesa, mas não é livre de riscos. Os diabéticos precisam ter cuidado ao usá-lo.

No geral, o mel tem um índice glicêmico ligeiramente inferior ao açúcar, e o corpo humano parece processá-lo melhor. Em comparação com a sacarose (açúcar), o mel foi associado a menores níveis de grelina, um hormônio da fome.(6)

O mel é principalmente feito de açúcares simples, mas também contém carboidratos complexos que o corpo queima mais devagar. Os tipos de açúcares no mel diferem dependendo das flores utilizadas pelas abelhas na sua produção, causando diferentes valores de índice glicêmico.(7)

Quando possível, escolha um mel não processado (virgem) e não filtrado. Os açúcares no mel processado se transformam em açúcares simples, aumentando mais facilmente os níveis de açúcar no sangue. O mel não processado tem uma porcentagem maior de carboidratos complexos.

Qual é o veredicto final sobre o mel? Use-o com moderação e escolha os tipos mais escuros que contêm mais antioxidantes.

10 ALIMENTOS PARA ACELERAR A RECUPERAÇÃO PÓS TREINO.

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- Imediatamente após o exercício deve ser utilizado carboidrato de fácil absorção para repor os estoques de glicogênio e garantir padrão anabólico. Até duas horas após o exercício é preciso associar proteínas para acelerar a recuperação muscular e o reparo tecidual, através da ingestão de refeição mistas - explicou a especialista.

1 - Açafrão
É conhecida como açafrão da índia, gengibre dourada ou açafrão da terra, originária do sudeste asiático, principalmente na Índia. Potente ação anti-inflamatória e antioxidante. Pode ser adicionada na confecção de bolos, biscoitos, massas, mostardas, sorvetes, queijos, ovos e carnes. É sensível a altas temperaturas, em até 100°C não há perda significativa de curcumina, sendo indicada sua adição nos alimentos/preparações ao final do preparo, pois o calor pode destruir suas propriedades medicinais. Deve ser mantido em recipiente escuro e sem exposição à luz.
✕Powered by rightcoupon Açafrão é um tipo de especiaria que tem ação antioxidante (Foto: Istock)

2 - Água de coco
Hidratante, fonte de carboidratos, vitaminas e minerais. Encontrada dentro da cavidade do coco, corresponde de 20 a 25% do peso do fruto, em torno de 330ml de água de coco por unidade. É composto por cerca de 94% de água e 5% de carboidratos (glicose, frutose e sacarose). Excelente fonte de sais minerais potássio, sódio, magnésio, cálcio, manganês, vitamina C, vitaminas do complexo B ( Biotina, Riboflavina, ácido fólico, Acido pantotênico e ácido nicotínico) e aminoácido L – arginina (efeito vasodilatador).

Água de coco é fonte de vitaminas e minerais (Foto: Getty Images)

3 - Beterraba
Fonte do pigmento bioativo betaína e nitrato. A betaína possui função antioxidante e anti-inflamatória, correlacionando com redução da fadiga muscular e aumento da força. O nitrato é metabolizado no organismo, convertido primeiramente em nitrito e posteriormente em óxido nítrico. O pico de sua concentração no sangue se dá em uma a duas horas após a ingestão. O óxido nítrico provoca relaxamento do músculo liso da camada interna dos vasos sanguíneos, gerando vasodilatação (aumentando o fluxo sanguíneo e diminuindo a pressão arterial) e broncodilatação. Estimula a angiogênese (desenvolvimento de novos vasos sanguíneos nos tecidos), biogênese mitocondrial (nascimento de novas mitocôndrias), captação de glicose e maior sensibilidade por íons de cálcio. Utilização de 500ml de suco ou 200g de beterraba.

Suco de beterraba é uma ótima opção no pós-treino (Foto: IStock Getty Images)

4 - Mel
É um adoçante natural, analgésico, anti-inflamatório, melhora a imunologia e ainda é expectorante. Uma ótima fonte energética por ser composto por açúcares (em torno de 70 a 80%), predominantemente a glicose e a frutose. É um carboidrato de alto índice glicêmico que favorece a recuperação. É composto por pigmentos carotenoides e flavonoides e, em menor quantidade minerais, vitaminas e proteínas. Pode ser adicionado a frutas, iogurte ou utilizado para adoçar.

Mel pode ser usado para adoçar iogurte (Foto: Getty Images)

5 - Frutas vermelhas
Fonte de licopeno, vitamina C, antocianinas e ácido elágico. Possui atividade antioxidante, protege as moléculas contra a ação deletéria dos radicais livres, atua no sistema imune, ajuda na cicatrização, síntese de colágeno. Utilizar como sobremesa ou associar a iogurte como lanche intermediário.
Tons de vermelho: frutas são indicadas para o lanche (Foto: Istock)

6 - Linhaça
Fonte de lignanas, ômega 3 do reino vegetal, vitamina E e vitaminas do complexo B. Entre seus inúmeros benefícios estão a ação anti-inflamatória e antioxidante. A indicação é a adição de uma colher de sopa cheia de farinha de linhaça dourada à alimentação diariamente e enriquecer preparações como bolos e pães.

Linhaça pode ser usada junto de queijo branco no pós-treino (Foto: Getty Images)

7 - Abacate
Ele é rico em gorduras monoinsaturadas, ômega 9, ácido oleico, fibras solúveis, composto bioativo beta-sitosterol, pigmentos carotenoides luteína e minerais. Também é fonte de fósforo, cálcio, magnésio, potássio, cobre, enxofre, ferro, manganês, zinco e sódio e de vitaminas - riboflavina (B2), ácido fólico, ácido pantotênico (B5), vitamina E, C e A. Possui propriedades antioxidantes, anti-inflamatórias, protege contra doenças cardiovasculares, melhora a visão e é excelente fonte de energia. Pode ser usado em molhos, recheios de sanduÍches, com iogurtes ou sobremesas.

Abacate é rico em gorduras "boas" (Foto: Getty Images)

8 - Ovo
Na clara, estão presentes proteínas de alto valor biológico e na gema, principalmente gorduras (saturadas e colesterol), vitaminas lipossolúveis A, D, E e K. Possui ainda vitaminas do complexo B (vitamina B12, riboflavina, ácido fólico e colina); e minerais como ferro, selênio, fósforo, iodo, zinco, cobre e cálcio. Pode ser utilizada em receitas para café da manhã ou lanches intermediários. Exemplos: panqueca de banana (1 ovo batido + 1 banana amassada + 1 colher de aveia + 1 colher de chá de cacau em pó).

Ovo é fonte de proteína e pode ser base de panqueca de banana (Foto: Getty Images)

9 - Oleaginosas (castanhas, amêndoas, avelã)
Fontes de energia, proteínas, lipídeos, compostos bioativos, fibras insolúveis, vitaminas e minerais. Estímulo do sistema imunológico, ação anti-inflamatória e antioxidante. Podem ser utilizadas como substitutas de farinha de trigo, aveia ou tapioca, para reduzir o conteúdo de carboidratos em preparações; forma de leite vegetal, snacks, preparações doces (sorvetes, chocolates, bombons, bolos) e salgadas.

Castanhas, amêndoas e avelã possuem inúmeros benefícios (Foto: IStock)

10 - Quinoa
Fonte de carboidratos, proteínas, gorduras ômega 3 e ômega 6 e fibras, vitaminas do complexo B, ferro e cálcio. É encontrada na forma de grãos, flocos e farinhas, podendo fazer parte de saladas, sopas, mingaus, bolos, pães e biscoitos.

Quinoa é encontrada na forma de grãos ou flocos (Foto: Getty Images)

Fonte: Parte do texto em Eu Atleta.

CONFORME PESQUISA É POSSÍVEL APRENDER DORMINDO.

quinta-feira, 12 de outubro de 2017 0 comentários
Além de mostrarem que é possível aprender no sono, resultados revelam processos de memorização Foto: Pixabay

Um estudo realizado por neurocientistas franceses demonstra que uma pessoa pode aprender mesmo enquanto dorme, mas isso é possível apenas em determinadas fases do sono. Liderada por Thomas Andrillon, da École Normale Supérieure, em Paris (França), a pesquisa teve seus resultados publicados nesta terça-feira, 8, na revista Nature Communications.

Pesquisas anteriores tinham resultados contraditórios. Enquanto algumas indicavam que é possível aprender durante o sono, outras sugeriam que o cérebro não forma novas memórias enquanto a pessoa dorme. De acordo com os autores, os resultados do novo estudo explicam a contradição: o aprendizado acontece, mas apenas em determinados estágios do sono.


Segundo os pesquisadores, o sono se divide em diversos estágios. O sono REM (movimento ocular rápido, na sigla em inglês), é um sono profundo que ocorre com mais frequência na segunda metade da noite de sono e se caracteriza por uma atividade cerebral rápida, pela ocorrência de sonhos e um por relaxamento total do corpo. Nos outros estágios, conhecidos como sono não-REM, a profundidade do sono varia, a atividade cerebral é lenta e há uma restauração da mente e do corpo. 

De acordo com o novo estudo, o cérebro consegue reter memórias novas durante as fases de sono REM e de sono não-REM leve. Mas, no estado de sono não-REM profundo, a capacidade de aprender informação nova e de reter as memórias é suprimida.

Segundo Andrillon, as discrepâncias nos estudos anteriores têm relação com o fato de que diferentes estágios do sono são caracterizados por diferentes tipos de atividade cerebral. Isso explicaria por que em outros experimentos as pessoas às vezes conseguiam aprender durante o sono e, às vezes, não.

Para testar essa hipótese, os cienstistas mediram a atividade cerebral de voluntários durante o sono. Enquanto eles dormiam, ouviam diferentes sequências de sons. Quando os participantes acordavam, eles passavam por um teste para avaliar sua capacidade para reconhecer os sons que haviam ouvido durante o sono.

Ouvir as sequências durante o sono REM melhorava a performance dos voluntários na tarefa, enquanto ouvi-las durante o sono não-REM reduzia o desempenho. Analisando as respostas dos indivíduos aos sons tocados durante o sono, os autores confirmaram o efeito de aprendizado no sono REM. 

No sono não-REM, eles observaram uma clara distinção entre os estágios mais leves - durantes os quais ainda era possível aprender - e os estágios mais profundos, durante os quais o aprendizado foi suprimido.

De acordo com Andrillon, os resultados não apenas mostram que é possível aprender durante o sono, mas ajudam a compreender os processos de memorização em geral, e como eles podem mudar durante diferentes estágios do sono.

Fonte: Estadão.